É o crack do povo
Prometo que não é por displicência que tenho feito escassas incursões neste blog ultimamente, mas à s vezes o trabalho cansa tanto que suga forças para executar as zilhões de idéias que minha cabeça comporta. Portanto, peço paciência a vocês, leitores, que pelo menos uma vez por mês vão poder notar uma “relaxada” de minha parte em relação ao Dossiê – prometo também que não tem nada a ver com o fato de eu ser mulher… Enfim, esta semana retomo o ritmo e a periodicidade deste blog, pelo menos até o mês que vem, quando o ciclo (não-menstrual, repito) recomeça.
Findo o mea culpa, uma matéria interessante da Folha Online. A imagem que ilustra incrivelmente este post é um filme do diretor grego Costa-Gravas que eu quero ver desde sempre, mas ainda não cheguei lá.
A manchete parece extraÃda de uma edição do saudoso NotÃcias Populares: Mulher é acusada de assassinar seu filho por não dizer amém.
“Uma mulher ligada a uma seita religiosa nos Estados Unidos foi acusada pelo homicÃdio em primeiro grau de seu filho, a quem negligenciou alimentos pelo fato de o bebê não dizer amém após cada refeição. O diário “The Baltimore Sun” informou que Ria Ramkisson, 21, foi acusada formalmente no domingo do assassinato de seu filho e de outros três supostos membros do culto.
Documentos apresentados às autoridades judiciais revelam que nem a mulher, nem os outros acusados, solicitaram ajuda médica quando a criança, identificada como Javon, deixou de respirar e morreu nos braços de sua mãe. A criança tinha 19 meses de idade quando faleceu, em dezembro de 2006, segundo a informação.
Sua mãe ocultou o cadáver em uma mala durante mais de um ano, até que agentes da PolÃcia de Baltimore (Maryland) o encontraram na cidade da Filadélfia (Pensilvânia). Fontes judiciais indicaram que a mulher estava internada em uma clÃnica psiquiátrica, e que os outros acusados foram detidos em maio deste ano, em Nova York.
Parentes de Ramkisson citados pela imprensa local disseram que a mulher não deveria ser responsabilizada pela morte de seu filho. “Ela não tinha nenhum controle da situação”, afirmou seu padrasto, identificado como Craig Newton. “Minha filha foi uma vÃtima, assim como meu neto. Alguém tomou a decisão de não alimentar a criança, e minha filha só acatou as ordens”, acrescentou.
Segundo entrevistas feitas pela polÃcia com crianças que faziam parte do grupo, os membros do culto deixaram de alimentar a criança porque ela não dizia amém após comer. Alguns integrantes do grupo consideravam que Javon “era um demônio”, detalham os documentos.“






