BARULHO.ORG
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No último domingo, dia 16, participei de um evento na Casa das Caldeiras promovido por um coletivo de artistas das mais diversas áreas reunidos em um grupo chamado BARULHO.ORG. Foi incrÃvel, desde a locação à s diversas performances de música, dança-teatro, graffiti e diversas outras intervenções que nem saberia nombrar. Uma galera jovem, talentosÃssima, disposta a democratizar a arte, indagar, surpreender, divertir, criar e, sobretudo, compartilhar.
 Abaixo, divido com vocês algumas imagens registradas com uma pobre câmera de celular durante as 16 e 20h do último domingo.
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Música e sensações
Esta música me faz bem. Queria entender direitinho o que ela diz… Com vocês, “M” vulgo Mathieu Chedid em “Manque de Q”:
Je m’suis r’trouvé,
Fauché faute de veine
Plumé qu’à c’la n’tienne,
Plus d’carte de crédit
Haan
Mauvais au jeu,
Mauvais en haleine,
Looser en amour,
Allez, Ã qui l’tour ?
Han
Et je regarde ma vie en pleurant sur mon manque de cul
Rien n’va plus
Et je regarde les filles en pleuran-ant sur mon manque de cul
Rien n’va plus
J’triche sur mon âge…
Au jeu, j’ai toujou-ours
été très très sage
D’ailleurs c’est dommage…
C’est c’qui me rend malheureux
Blacke Jean Jack ils me surnommaient
Mais quel ridicu-ule sobriquet
Alors je mise et je remise
Ma chemise.
Plus, un peu plus, beaucoup plus, encore plus, toujours PLUS,
Encore, encore, ça vient, ça vient, plus fort, plus fort,
Ca vient, ça vient…
Et puis poum ! plus rien du tout….
A poil, plumé, pas pourri gâté,
Non, plutôt mal barré,
C’est l’enjeu du jeu…. TOUT SUR LE TAPIS !
Je perds mon fric,
Je perds mon froc,
Je perds ma trique, j’la vends au troc,
C’est le yin et le yang du Franc, du Yen…
J’entendais: “Vends pas ta raison…. C’est une machination !”
421, j’sens qu’ça vient, j’sens qu’ça vient,
Rouge ou Noir…un cauchemar !
Les mauvais jours, j’suis mauvais joueur,
Je sais, les bonjours courent toujours,
Fauché jusqu’au strip tease,
J’me fous a poil, quelle bêtise,
Ce s’rait comme une mauvaise série à la Dallas,
On m’appellerait, Black JJ de Las Végas…
Ópera do Mallandro
Elle pra sempre
Apesar de ter feito uma breve passagem pelos bastidores do Festival Internacional de Cinema do Rio em 2007, onde o curta-metragem abaixo foi apreciado poucas e afortudanas vezes, só fui descobrir a existência da “Ópera do Mallandro” há algumas semanas. E desde então, tem sido a a representação do genial, criativo, divertido, instigante, exacerbante…
Entre no clima:
“Farinha de mandioca (faró fa fa)
E pimenta malagueta (faró fa fa)
Eu gosto de farofa (faró fa fa)
Comi, não faço careta (faró fa fa)
Mas sou forte como um touro (faró fa fa)
Da cabeça inteligente (faró fa fa)
Só não mastigo tijolo (faró fa fa)
Porque me estraga os dentes (faró fa fa)”
Apresentando a vocês o que La Puig (!) me apresentou, o inspirado (e…) André Moraes e sua “Ópera do Mallandro”:
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Sem Palavras?




















