NightLife TONIGHT
Fonte: Rraurl
“Desde agosto, o MySpace Brasil passou a produzir eventos visando atingir o público que, muitas vezes, só se reúne virtualmente, quase sempre com os mesmos gostos musicais. Em novembro, o site de relacionamentos escolheu o Vegas Club para reunir a turma e promover o perfil Nightlife www.myspace.com/nightlife , que pretende ser ponto de apoio para os artistas e fãs de música eletrônica do MySpace. Dentro dele, os usuários encontram uma área de destaque para festas, perfis de DJs e produtores, além de um music player e de um canal de notícias alimentado pelo portal rraurl.com.
No Lobby, expoentes da música eletrônica nacional como Twelves, Boss in Drama e Database agitam a festa. E a turma do projeto Maria Picapi toma conta do Basement: Hero Zero, Tony Tramell e Pankeka convidam Lalai para esta edição“.
12.11.08 - 0h (quarta)
R$20 - Masc. R$15 -Fem
Você possui myspace? Traga seu perfil impresso com o perfil do myspace nightlife entre seus “Top Friends” e entre VIP nesta quarta.
Para lista de desconto, enviar e-mail com nome(s) completo(s) para hermes@jackpot-vegasclub.net, até 20h de quarta(12.11). Todos os e-mails recebem confirmação!
No Vegas Club, Rua Augusta, 765. Consolação. São Paulo - SP. (11) 3231-3705
Vive la Fête!
Esta sexta-feira, 10 de outubro, uma das bandas mais legais que eu já vi ao vivo volta ao Brasil pela terceira vez. Eu assisti o Vive la Fête quando eles recém desembarcaram no país e, apesar de totalmente desconhecidos, botaram os metaleiros recifenses do Abril Pro Rock pra dançar sem vergonha. Foi incrível!
O preço, como sempre, é um insulto: R$ 80 (antecipado, na Chili Beans). Se tá sobrando e você quer conhecer uma banda legal, vá sem dó nem piedade.
Há 5 anos, cobri o festival citado acima e tive a oportunidade de conversar rapidamente com a banda e, como é sempre mais fácil reaproveitar textos velhos que fazer novos, copio e colo pra vocês. Boa leitura! E até a balada!
“Das geladas terras belgas direto para a ensolarada Recife, essa banda deu muito o que falar durante a edição de 2003 do festival Abril Pro Rock. Escalados para tocar somente na primeira noite do evento, acabaram repetindo a dose no terceiro dia, para a alegria da galera. Até agora, a única banda a fazer essa façanha.
As letras são todas em francês, recheadas de sexo, amor e mais um pouco de sexo, mas foi o ritmo, aliado às performances no palco, que realmente conquistou os recifenses. É tiro e queda: escutar e sair dançando, pulando e rindo à toa.
Formado originalmente pelo casal Els e Danny, a banda conta com a participação de mais 3 gringos meio doidos. Os cinco eram, praticamente, parte do cenário da piscina, com muitas e muitas cervejas sobre a mesa e uma pele que, de tão vermelha, já beirava o roxo.
Num papo rápido e rasteiro, Danny e Els revelaram paixão à primeira vista: entre si e pelo Brasil. “Nós não somos totalmente alternativos, mas também não muito comerciais”, concluiu ela.
Como foi o (primeiro) show no Abril Pro Rock? Vocês curtiram?
Els: Com certeza! Eu fiquei surpresa com o entusiasmo das pessoas, porque na maioria das vezes que você vai a lugares onde as pessoas não conhecem suas músicas, elas só ficam olhando, mas aqui todo mundo estava dançando e cantando. No final, você não precisa entender a língua pra entender a música.
Danny: A gente tenta deixar tudo muito simples. Algumas de nossas músicas têm apenas 2 acordes - muito simples - e nós as fazemos justamente para mostrar pras pessoas que todo mundo pode fazer isso.
Como surgiu o convite de vir ao Brasil?
Els :Nossa gravadora tem contato com a ST2?
Danny :A ST2 vai lançar um álbum nosso, “Nuit Blanche”, ainda este mês.
Vocês costumam tocar em grandes festivais na Europa?
Danny: Nós tocamos num festival muito grande na Holanda, chamado Pink Pop. Fomos headliners.
Els: Na Bélgica existem muitos festivais, aqui no Brasil também?
Não, pois como o dólar está muito alto é caro trazer as bandas para cá.
Danny: Nós somos baratinhos, só pedimos as passagens de avião. A gente adora o Brasil e quer tocar aqui.
Que tipo de música vocês costumam escutar?
Els: Em casa, eu escuto muito jazz, pois me relaxa bastante.
Danny: Escutamos muito Kraftwerk, Serge Gainsbourg, um cantor francês que já morreu há algum tempo. Mas eu adoro The Cure, que agora está de volta e eu estou louco para ver.
Els :Também ouvimos muita música clássica. Na verdade, a gente escuta muita coisa porque o Danny às vezes dá uma DJ, então é preciso escutar de tudo um pouco.
Vocês conhecem música brasileira?
Danny: Nós já tocamos juntos com o Soulfly no ano passado, na Bélgica. Nos conhecemos, bebemos muito, fizemos uma zona… No show deles, muita gente subiu no palco para fazer “stage-diving” e um cara acabou quebrando o pescoço. Foi terrível!
Els: Eu não conheço muitas bandas brasileiras, então é ótimo poder participar deste festival.
Danny: O Sepultura faz muito sucesso lá na Bélgica.
Vocês assistiram algum show do Abril Pro Rock?
Els: Sim, mas eu não me lembro o nome da banda, que tocou logo antes da gente, com uma menina de cabelo preto?
Danny: A menina que não parava de gritar.
Karine Alexandrino.
Els: É, ela mesmo.
Danny: Ela tirou a saia e ficou completamente nua.. Meu Deus!”
Hoje, Yelle! no Glória em Sampa
Tô pra escrever dela faz tempo, mas como neste exato momento ela ESTÁ aqui na minha linda cidade (que representou magistralmente o caos infernal em “Ensaio sobre a Cegueira”, que vi ontem e MEU DEUS!!!) não dá mais pra enrolar. Se você não é besta de perder um showzáço, só colar no Glória (R. Treze de Maio, 830) às 23h00 do dia 30 de setembro, terça-feira. Mas antes dê uma passada aqui neste site pra incluir nomes na lista de desconto e pagar R$50 ao invés de R$60 (tem que por os nomes até às 20h) . Sei que não é barato e é numa terça-feira, mas que macacos me mordam se não valer a pena!!!
De Silas Martí da Folha de S. Paulo: “Se é verdade que ela só canta sobre seu dia-a-dia, a vida de Yelle, alcunha da francesa Julie Budet, que se apresenta nesta terça (30), no clube Glória, deve ser cheia de sexo, hetero e homossexual, luxúria, humor e moda.
Yelle, diminutivo da frase inglesa “you enjoy life” (aproveite a vida), já foi rotulada de musa do novo “french touch” à rainha do tecktonik, a dança que se espalhou como praga mundo afora via YouTube. Na primeira turnê desse lado do Atlântico, ela, o marido GrandMarnier, na bateria, e Tepr, no teclado, fazem show com repertório do disco de estréia, “Pop Up”.
Mais do que suas influências e temas por trás das músicas –o tamanho do seu sutiã e seu melhor amigo, o vibrador, são alguns deles–, importa saber que a garota que diz amar “ser livre para cantar sobre lesbianismo e vibradores” arma uma verdadeira festa.
Ela pede que o público vista máscaras e se prepare para um desbunde fashion –no palco, vai vestir criações do jovem designer belga Jean-Paul Lespagnard”.
Pra dar um gostinho, abaixo três clipes da moça.
“Je veux te voir”
“A Cause des garçons”
“Parle à ma main” (FALA COM A MINHA MÃO!)









