À todo vapor
“Emilie 1000 volts”, de M.
L’atmosphère électrique
Emilie mille volts milite
Elle prend la vie au sérieux
Même si elle s’en fout
L’amour elle le court-circuite
Emilie mille volts médite
Son sort comme sur un ressort
Même si elle s’en fout
Elle pourrait bouger des foules
Les connards elle se défoule
L’intégrité ça coûte cher
Emilie mille volts préfère
Ça!
Cette énergie excessive
Emilie mille volts l’attise
Elle manque à tellement de nous
Même si elle s’en fout
Ópera do Mallandro
Elle pra sempre
Apesar de ter feito uma breve passagem pelos bastidores do Festival Internacional de Cinema do Rio em 2007, onde o curta-metragem abaixo foi apreciado poucas e afortudanas vezes, só fui descobrir a existência da “Ópera do Mallandro” há algumas semanas. E desde então, tem sido a a representação do genial, criativo, divertido, instigante, exacerbante…
Entre no clima:
“Farinha de mandioca (faró fa fa)
E pimenta malagueta (faró fa fa)
Eu gosto de farofa (faró fa fa)
Comi, não faço careta (faró fa fa)
Mas sou forte como um touro (faró fa fa)
Da cabeça inteligente (faró fa fa)
Só não mastigo tijolo (faró fa fa)
Porque me estraga os dentes (faró fa fa)”
Apresentando a vocês o que La Puig (!) me apresentou, o inspirado (e…) André Moraes e sua “Ópera do Mallandro”:
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Sem Palavras?






