Andrés habla por mi
y aunque casi te confieso que tambien he sido un perro compañero.
un perro ideal que aprendió a ladrar
y a volver al hogar, para poder comer.
A. Calamaro
olha pra frente vê se não cai
Não venha me dizer que agora tu mudou,
esse papel eu conheço e também me cansou,
estive disposta hoje já não estou,
sigo em frente sozinha, o tempo já passou,
tempo bom foi aquele em que você me amou,
desistiu de ser triste, assim me conquistou,
desligado do mundo dos vÃcios, da dor,
era eu e você só nois dois e o amor
(desandou) mentindo pra mim e voltando pra pista isso me bodiou,
a verdade é rainha tu me magoou,
a mentira é o fim do que só começou
uma história bonita eu e você no flow,
tu perdeu, não se segurou,
eu estou segura de que é difÃcil mas eu também sei que tudo acabou,
é triste mas o que se foi ficou guardado no peito,
ainda sinto o sabor,
perfume do abraço, música tocou, fazendo lembrar do que se eternizou,
mas vê se resolve a droga te pegou,
eu te abracei e se tu tentar eu vou , era assim hoje não, laço desatou,
eu vim te lembrar de um tempo que marcou,
águas que rolaram o tempo voou acabou e é porque tu não priorizou,
Acertar os pontos falar que o momento é mais que propÃcio pra dizer quem sou,
aquela mulher que um dia ce teve que te quis do lado e tu não deu valor,
quer te ver melhor que a última vez, peço que não caia minha hora chegou
Resolve a tua parada,
aqui tu não é ninguém,
o amor que tu me deu não me serviu vou procurar nos braços de outro alguém,
começamos bem (bem), na vibe tipo zen (zen),
que caminhava tão certo, assim não dá, suas mentiras, insatisfações, da vida, diz que me ama tanto,
quer criar raÃzes, só nos dois, tá bom, meu bem,
pois eu acreditei, me apaixonei e lancei meu sonho por você, também, diz que tá escuro aÃ, por favor me ajuda aqui, e agora você chora, chora!!!!
E me pede, pra voltar,
então faça valer ‘preu’ não pagar, pra ver,
Laços perdidos destrói meu infinito,
através do escrito isso parece primitivo,
olha pra frente vê se não cai
[olha pra frente/vê se não cai]
No inÃcio era só tu e eu no meio da paixão intensa que nos consumia,
de corpo e alma pra ti não queria saber de nenhuma mulher que surgia,
o tempo passou meu amor serenou e parece que secou toda aquela poesia,
homens são assim cansam se rápido não fomos feitos pra monogamia,
vivemos com a ambição de alpinista queremos outra conquista depois de uma conquista,
lá vou eu a noite chama-me,
calor, mulheres, olhares, tramam-me,
curvas, formas, danças, xitam-me,
rabos, mamas, hipnotizam-me,
lá tou eu na cama doutra,
vida louca não me poupa,
outra semana outra dama outra cama,
é só gana, esses excessos só me enganam,
é só sexo não tem chama,
eu preciso do teu amor,
queen só teu swing me faz feliz,
dá ao teu negro outra chance,
outra chance proutro romance, sem amor não há vida fica a alma esmurecida,
fica tudo mais medonho, morre o mundo morre o sonho,
dá ao teu negro outra chance
Nós somos filhos desta voracidade
Maior do que nós,
que nos deixou insensÃveis e desnorteados,
entre esta gula, fantasias e fetiches,
o amor abandonou-nos negro,
e agora andamos aqui desesperados,
sozinhos entre estas camas e orgasmos,
não temos nada negro,
não temos nada.
Laços perdidos destrói meu infinito,
através do escrito isso parece primitivo,
olha pra frente vê se não cai
[olha pra frente/ vê se não cai]
Flora Matos, Juju Gomes & Valete
EU QUERO TUDO
Ói eu aqui de novo, otravez!
Queridos e Fieis Leitores
eu estou de volta! Eu voltei! Este blog está de volta! Dossiê Cultural está de volta! Mas, acima de tudo, minha senha voltou a funcionar e por isso você pode ler estas palavras neste exato momento, neste novo post que, surpreendentemente, apareceu aqui do nada, sobre aquele post anterior que está no topo há meses e meses e meses e meses…. Sempre o mesmo, zero atualização!
Mas, NÃO MAIS! Eu estou de volta! Eu voltei! Este blog está de volta! Dossiê Cultural está de volta! Tudo isso graças ao amigo e estimado colega de trabalho Martin Simonian, o responsável pelo layout do Dossiê, o designer que assina o look desta publicação torta e feliz! Ele, após ter a dica de uma amiga (tenho certeza que foi a Evucha!), entrou no ftp, no servidor ou sei lá aonde e consertou as coisas e agora eu estou de volta, tendo acesso à edição do blog.
Gracias, Martinusco! Valeu, Evucha! Vergueiro IS BACK!
Alors, muito em breve, novo post falando de alguma coisa que eu julgue ser interessante, pertinente a este espaço que vislumbrei e criei com tanto esmero no longÃnquo 2008!
Até breve, leal amigo que pacientemente lê estas palavras de alegria!





