Parkinson
Parkinson é uma doença desgraçada que destrói a qualidade de vida dos nossos velhinhos. Eu, particularmente, tenho uma relação próxima com ela já que minha querida avó Bida sofre desse mal há muitos anos, além da depressão que vem incluída no pacote com a perda do controle sobre os movimentos.
Minha avó, pintora de sumiê (técnica japonesa que requer muita firmeza no traçado) e um gênio auto-didata, perdeu simplesmente todos os prazeres que a vida lhe dava, os pincéis e a leitura. Hoje em dia, embora medicada, não tem estabilidade suficiente pra ler um parágrafo sem sentir uma vertigem insuportável e embaralhar frases e palavras dado ao movimento incessante da cabeça (brinco com ela e digo que ela está sempre dizendo “sim”). Pintar, então, é algo ainda mais distante, já que as mãos costumam ser a parte do corpo que mais treme.
Jamais passou pela minha cabeça a possibilidade de uma empresa fazer propaganda de um remédio para o Mal de Parkinson, portanto quando vi estas peças publicitárias fiquei bastante sensibilizada e achei genial. Enquanto a cura não vem, vamos remediando com o que há disponível no mercado. No caso, Jin Si Ping.
Weeds: Flores pra você
Uma agência de publicidade sueca criou um material de divulgação bastante interessante para a sensacional série Weeds, na qual a mãe de família Nancy Botwin inicia um modesto e exitoso comércio de maconha em um abastado condomínio fictício da Califórnia.
Pra quem nunca viu, recomendo efusivamente o aluguel dos DVDs de todas as 4 temporadas ou simplesmente indico um site incrível para downloads (não comerciais, porque Dossiê Cultural não apóia a pirataria), o TV Undergournd, além do programinha DreaMule que irá te auxiliar no processo.
Enfim, a agência Le Bureau enviou para veículos de comunicação um buquê de folhas de hemp (pro azar dos jornalistas, foi um tipo que não contém THC) envolto em um papel semelhante àqueles que se usa pra fazer um “cigarrim de artista”.
Atire a primeira pedra quem não adoraria começar o dia de trabalho (ou desemprego) recebendo flores?
Ai, dó!
Nunca achei que fosse dizer isso, mas de fato estou com dó da Sexy Sarah. Ela levou um trote gostoso de uns comediantes canadenses que se passaram pelo presidente francês Nicolas Sarkozy.
Mas que é engraçado, não dá pra negar. A graça se dissipará se a dupla McCain-Palin for eleita dia 4 de novembro.
Nossos japoneses definitivamente são melhores
Porque os de lá são muito esquisitos. Olha só esta peculiar invenção para que o cidadão possa dormir “tranquilamente” no metrô, sem correr o risco de perder a estação.
Entretanto, esse aparato tecnológico nipônico é de fato um pouco arriscado, já que sabemos que nos momentos de rush existe um guardinha cuja função é esmagar mais uma sardinha pra dentro do vagão. Ôôôô trabalhinho ingrato destes pobres “Oshiya“.
Ah, vá… Jornalismo?!?!?!
Em negrito, acima de cada foto, sugestão de três novas cátedras para a Faculdade de Comunicação Social:
Esta semana, navegando por um dos blogs mais divertidos da internet brasileira, o PapelPop, me deparei com a capa do diário Meia-Hora e morri de rir com o trocadilho. Qual não é minha surpresa ao entrar na Folha Online hoje e ver o “chapéu” de uma matéria na qual Rubinho fala que infelizmente não poderá ajudar Massa a vencer o GP de Interlagos. Como vocês podem ver no print screen acima tirado às 8h10 desta manhã, o sarcasmo chegou à capa da Folha.
Sensacional, embora nadica de nada profissional. Mas, eu adorei, claro! Como também deve ter adorado o “capista” (o cara que cuida da capa do portal) que encaixou o “Ah Vá” ali. No entanto, sendo a Folha de S. Paulo A Folha de S. Paulo, o maior jornal do país, o “erro” foi corrigido em menos de 20 minutos, já que às 8h31 esse link já tinha sido substituído por outro, o que está abaixo.



















